sábado, novembro 27, 2004

Perdida.

"Yo llevo en el cuerpo un motor
que nunca deja de rolar
Yo llevo en el alma un camino
destinado a nunca llegar"
(Manu Chao)

Momentos difícieis de novo. A nuvem negra que acompanha a minha cabeça, hoje choveu e tá com cara de que vem tempestade por aí.
Por outro lado, bons ventos o trazem, bons ventos me trazem. Tá tudo tão aborrotado, confuso, misturado. Dói e ao mesmo tempo não a sinto. A queda é livre, sem pára-quedas, mas há de ter uma cama macia me esperando.
E se não houver, não me preocupo. Há de ter um chão para que eu coloque meus pés nele...

Fico por aqui, na esperança de voltar com um sorriso, uma rosa e quem sabe, um homem azul...

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